No dia em que Hélio não voltou para casa
Escrito por João Vaz de Almada Quinta, 02 Setembro 2010 21:14
Já passa das 10 da manhã e a circulação automóvel no interior da cidade de Maputo, à medida que o tempo passa, é cada vez mais reduzida. Nesta quarta-feira, primeiro dia do mês de Setembro, o exíguo número de veículos faz lembrar os anos de 1993/ 94, quando a capital moçambicana era percorrida quase exclusivamente por viaturas da ONUMOZ, a força de paz que as Nações Unidas destacaram para Moçambique, logo após a assinatura do Acordo Geral de Paz, rubricado em Roma, em Outubro de 1992.
Ao cimo da luxuosa Avenida Kenneth Kaunda - ficam aqui muitas residências dos embaixadores estrangeiros e de altos dirigentes do partido no poder -, já depois da Praça da OMM (Organização da Mulher Moçambicana), a nuvem de fumo adensa-se e uma ligeira brisa transporta o odor desagradável da borracha queimada. As fogueiras de pneus traçam a fronteira: da Praça para baixo e para a direita, em direcção ao bairro do Polana Caniço, fica a “cidade de caniço” que se desloca diariamente para trabalhar para a outra, para a “cidade de cimento”.
Mas hoje, contrariamente à rotina de todos os dias, quase ninguém veio trabalhar.
“Não se pode falar de ‘Cinco séculos de colonização’ portuguesa em África. Isso seria uma burla!”
Escrito por Expresso Sexta, 13 Agosto 2010 10:39
É um dos mais importantes especialistas estrangeiros sobre a colonização portuguesa. Estudou a conquista militar de Angola, Moçambique, Guiné e Timor. A viver perto de Paris, tem uma biblioteca de 12 mil volumes e gostaria de escrever uma bibliografia crítica de tudo quanto foi publicado.
O seu livro “a solo” chama-se “Timor em Guerra”. A Conquista Portuguesa.
Manica e o Festival de A a Z
Escrito por Rui Lamarques Sábado, 07 Agosto 2010 16:34Artistas
Contra todas as expectativas, até porque não havia condições para fazer muito, a actuação dos artistas no VI Festival Nacional de Cultura foi um sucesso. Em jeito de resumo, os artistas merecem nota oito, mas o público que lotou por completo os recintos onde as manifestações culturais tiveram lugar também merece uma palavra de apreço. Em todos os bairros, desde 25 de Junho ao Soalpo, faltou espaço para tanto público. Talvez, por isso, os artistas ignoraram as dificuldades, os maus-tratos e com falta de tudo fizeram arte.
Ministro recusa “mea culpa” e acusa imprensa de sabotar
Escrito por Milton Machel & Rui Lamarques Quinta, 22 Julho 2010 11:56“Ignorando” a desorganização que caracterizou os preparativos para que Moçambique retirasse dividendos durante a realização do Mundial de futebol na vizinha África do Sul, o ministro do Turismo crucifica a imprensa, no geral, pelo desastre.
Promessas e (des)ilusões em 10 actos 2008
Escrito por Milton Machel & Rui Lamarques Sexta, 23 Julho 2010 09:032008
1.“Esperamos que o Estádio seja entregue em Abril de 2010”, Fernando Sumbana, Jornal Notícias.
2. “A construção e reabilitação de infra-estruturas desportivas, sendo de destacar o Estádio Nacional de Zimpeto, expansão e modernização dos aeroportos, construção do posto único de fronteira em Ressano Garcia, novos hotéis e promoção de investimentos e turismo nas áreas de conservação transfronteiriça são parte das diligências em curso no País com vista ao alcance de resultados positivos durante o Mundial”, Fernando Sumbana, Jornal Notícias.
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